Rodrigo aqui.
Na newsletter dessa semana, eu quero continuar o tema da última live: o cálculo da liberdade.
Liberdade, no sentido mais simples e mais importante: quanto você precisa para viajar, viver bem e se aposentar sem depender do INSS.
Eu sei que falar “INSS não vai salvar ninguém” parece forte — mas eu prefiro ser direto do que alimentar um sonho que não se sustenta.
O sonho que vendem vs. a realidade
O que vendem para a maioria das pessoas é um roteiro bonito:
“Trabalha, contribui certinho, e lá na frente você se aposenta com tranquilidade.”
A realidade é outra:
gente que demora anos para conseguir se aposentar
gente que faz conta, refaz conta, e a cada revisão o benefício “encolhe”
e a cada ciclo político, novas regras entram em jogo
O resultado é simples: você não tem controle. E quando você não tem controle, você fica vulnerável.
E tem um ponto que me incomoda de verdade: a lógica de “penalizar” justamente quem está mais frágil.
Recentemente, vimos mudanças que reduziram percentuais de benefício em casos específicos, inclusive para quem entra com pedido por acidente ou invalidez. Ou seja: a pessoa já sofre um baque enorme — não consegue trabalhar, perde autonomia — e ainda assim pode receber menos do que imaginava.
Isso não é para te assustar.
É para te acordar.
A saída existe (e não tem nada a ver com ostentação)
Quando eu falo em “liberdade”, não estou falando de luxo.
Estou falando de viver bem.
E viver bem é:
conseguir viajar de vez em quando
curtir família e amigos
comer bem
ter um bom plano de saúde
ter uma boa educação para os filhos (ou para você mesmo)
e, principalmente: não precisar ficar contando moedinhas no fim do mês
Isso é possível. E mais: é plausível.
A condição é simples: começar e dar tempo para o tempo.
O poder do tempo (com números)
Olha o que acontece se você investir R$ 1.000 por mês:
por 5 anos: você pode acumular cerca de R$ 96.839
por 10 anos: isso pode subir para R$ 323.535
por 20 anos: pode chegar próximo de R$ 2.128.113
Percebe o que está acontecendo aqui?
Não é “genialidade”.
É constância + tempo.
Agora olha o outro lado:
Se você não começa…
daqui a 5 anos você não tem nada — e ainda sente que deveria ter começado antes
daqui a 10 anos você continua sem patrimônio — mas com mais arrependimento
daqui a 20 anos, além de não ter construído, você tem mais idade e menos tempo para recuperar
E é isso que eu quero evitar para você.
Uma pergunta simples (pra ficar prático)
Se você tivesse que responder agora, sem complicar:
Quanto custa “viver bem” para você?
Não “ser rico”.
Só viver bem, com dignidade, sem sufoco.
Responde esse email com um número aproximado (ex.: “R$ 8 mil/mês”, “R$ 12 mil/mês”) e eu posso trazer na próxima newsletter um exemplo prático de cálculo de patrimônio necessário, em linguagem simples.
A ideia é essa: parar de adivinhar e começar a enxergar o caminho.
Abraço,
Rodrigo Pilati
Acelerador de Patrimônio
